# Dados protegidos no caminho e onde ficam guardados.

O Nutronum usa HTTPS/TLS em todas as conexões e armazena dados em infraestrutura com criptografia em repouso, além de armazenamento privado e links temporários para arquivos clínicos.

Criptografia protege os dados em dois momentos: enquanto viajam entre o seu navegador e os servidores, e enquanto estão armazenados. O Nutronum usa as duas camadas e complementa com controles de acesso, porque criptografia sozinha não impede que alguém autorizado indevidamente leia um dado.

- **Em trânsito:** Todo acesso ao site e à API usa HTTPS com TLS.
- **Em repouso:** Banco e arquivos em infraestrutura com criptografia de disco.
- **Senhas:** Gerenciadas pelo serviço de autenticação, nunca guardadas em texto puro.

## Como cada camada funciona.

- **HTTPS obrigatório:** O domínio oficial responde apenas por conexão segura; dados não trafegam em texto aberto.
- **Criptografia em repouso:** O provedor de banco e armazenamento criptografa os discos onde os dados ficam.
- **Autenticação com tokens:** Cada requisição carrega um token de sessão verificado pelo backend.
- **Links que expiram:** Arquivos clínicos são entregues por URLs assinadas e temporárias.
- **Chaves isoladas:** Chaves de serviço e de provedores ficam somente em funções de servidor.
- **Integridade de documentos:** PDFs assinados têm hash SHA-256 conferido após o armazenamento.

## Criptografia, permissões e cuidado com arquivos clínicos

Quando você abre o Nutronum no navegador, a conexão precisa proteger os dados enquanto eles viajam pela rede. HTTPS com TLS cumpre essa função contra a leitura simples do tráfego em trânsito. Já a criptografia em repouso protege os discos usados pela infraestrutura de banco e armazenamento. São camadas diferentes: uma atua durante a comunicação; a outra, sobre os dados guardados. Nenhuma das duas, isoladamente, decide se determinado usuário pode abrir um prontuário.

A autorização depende de autenticação e regras de acesso. Uma sessão identifica quem está solicitando dados, enquanto políticas de banco e verificações no backend determinam se esse papel pode consultar o paciente, o arquivo ou a organização indicada. Por exemplo, pertencer à recepção de uma clínica não deveria conceder leitura de um exame apenas porque alguém conhece o endereço do arquivo. O caminho de acesso precisa ser validado no servidor, não apenas ocultado por um menu.

Links assinados para arquivos clínicos reduzem a exposição de documentos no armazenamento: têm escopo e duração limitados. Isso é diferente de prometer segredo absoluto depois que um documento autorizado foi baixado ou compartilhado pelo destinatário. O profissional deve observar para quem envia PDFs e imagens; o paciente também deve proteger o próprio dispositivo. Um endereço temporário não corrige o envio para a pessoa errada.

As senhas são tratadas pelo serviço de autenticação, e chaves de provedores ficam em funções de servidor. O usuário não deve enviar credenciais por mensagem nem reutilizar a mesma senha em várias ferramentas. Ao usar computadores compartilhados, encerre a sessão depois do atendimento. Esses hábitos não substituem controles técnicos, mas evitam que uma conta válida seja usada por outra pessoa sem que o sistema consiga distingui-la.

Para mostrar dados ao profissional autorizado e executar funções clínicas, o servidor processa as informações sob as regras de acesso descritas acima. Consulte a política de privacidade para entender o tratamento dos dados e a página de proteção de dados para conhecer os controles que complementam a criptografia.

Caso veja uma promessa de segurança em qualquer serviço, procure separar o que está sendo protegido. HTTPS diz respeito ao transporte; criptografia de disco, ao armazenamento; autorização, a quem pode acessar; e auditoria, à possibilidade de investigar ações. Um produto pode ter uma dessas camadas e falhar em outra. No Nutronum, elas são tratadas como complementares. O cuidado do usuário com credenciais, destinatários e dispositivos faz parte da mesma cadeia, mas não deve ser usado para dispensar as verificações técnicas da plataforma.

Ao comunicar proteção a pacientes, prefira uma explicação concreta à palavra “seguro” usada sem contexto. Informe que há conexão criptografada, acesso por conta individual e limites para abrir arquivos e registros. Explique também que o profissional autorizado precisa processar os dados para prestar o serviço, portanto não há promessa de segredo absoluto em relação ao servidor. Essa clareza ajuda a pessoa a compreender tanto as medidas existentes quanto as responsabilidades envolvidas no uso de um portal de saúde.

## O que você pode fazer

1. **Use senha forte:** Única e exclusiva para o Nutronum.
2. **Saia em computadores compartilhados:** Encerre a sessão ao terminar.
3. **Desconfie de links:** Acesse sempre por www.nutronum.com.br.

## Limites

- A segurança da conta também depende de quem usa: o Nutronum não protege um dispositivo compartilhado, uma senha repetida em outros serviços ou um link falso aberto fora do endereço oficial.

## Perguntas frequentes

### Qual a diferença entre criptografia e controle de acesso?

Criptografia protege contra quem intercepta ou acessa o disco. Controle de acesso (RLS e permissões) define quem, entre os usuários do sistema, pode ler cada dado. O Nutronum usa os dois.

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